segunda-feira, 8 de março de 2010

Parabéns Mulherada!

Para todas as mulheres, sem exceção, meus PARABÉNS!!! Feliz Dia Internacional das Mulheres!



Este ano em especial, refleti bastante sobre este dia. Lembrei da última palestra para assessores de imprensa que estive, na qual 90% era mulher e o presidente da Vivo, Roberto Lima, abrindo o evento, afirmou que estava antes em uma importante reunião discutindo exatamente sobre este fenômeno que vem crescendo: as mulheres dominando o mercado de trabalho em determinadas áreas e o que isso representa para as empresas, tanto com relação às colaboradoras, quanto ao perfil como consumidoras.



Como Relações Públicas, sou responsável pelas ações de relacionamento com nossos clientes e este dia é uma oportunidade para fazer um agrado aos nossos clientes que, na maioria das vezes, tem uma mulher como gerente de comunicação. Em função disso, para criar o cartão homenageando-as resolvi resgatar a origem da data e não só falar o mesmo blablabla de sempre.


Também porque li sem querer no Publimetro de SP alguém agradecendo a coluna do Cesar B. Giobbi, "Nada é demais para homenagear as mulheres", sobre os 100 anos da origem da data e os inúmeros eventos em homenagem. Fui atrás do jornal do dia anterior e não encontrei. Entrei no site e, pra minha graaaande sorte, justo o dia que eu queria não estava lá. Resolvi procurar no Publimetro do ABC e encontrei! Assim, consegui chegar ao seguinte texto e cartão.



Refleti bastante para que meu trabalho fosse algo mais consciente e não só "Entregue um botão de rosas e diga parabéns". Mulheres morreram, muitas ainda sofrem com agressões domésticas (de homens loucos obcecados), preconceitos, machismos, enfim - sem falar nos comentários na rua que eu acho um desrespeito. Não dá só para querer flores (apesar de AMAR!!!rs). É preciso mais atitude para continuar na busca por direitos iguais aos homens, na prática. Quando eu puder ver nas notícias que as mulheres ganham sim o mesmo que os homens, tem os mesmos benefícios, oportunidades e, principalmente, o mesmo respeito.





Cansamos de ver mulheres bem sucedidas, mas que tiveram que abrir mão de sua feminilidade para poder ser respeitada pelos homens, tiveram que aprender a falar grosso, ser casca grossa e ser tachada de louca para conseguir os seus objetivos. Penso que isso vai contra a essência da mulher: acolhedora, conciliadora, amorosa...





São de fato muitas as nossas lutas diárias. Não tem jeito, existe sim a pressão para estar no padrão ideal de beleza, cuidados, trajes, postura e, além da pressão no aspecto profissional, a sombra da super mulher dona do lar estará sempre lá. Limpa, cozinha, lava, passa, cuida dos filhos, dos pais, do marido, dos sobrinhos, netos, das amigas, trabalha... Eu admiro todas as mulheres, pois apesar de tudo, fazemos isso com paixão! Deve ser parte da nossa natureza... ;)

PARABÉNS!!!



Seguem mais cartões que achei fofos!


Meio&Mensagem


APAE



Estou vendo agora tem mais coisa bacana na coluna do Cesar B. Giobbi, sobre como as jornalistas conquistaram seu espaço na imprensa paulistana na década de 50.

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

ENTENDA: Ser Relações Públicas é...

Em homenagem ao Dia Nacional das Relações Públicas, no próximo dia 2 de dezembro, escrevo e reflito sobre o que significa pra mim ser Relações Públicas.

Hoje, trabalhando na Texto Assessoria, principalmente, vejo quanto o Relações Públicas é um pouco do faz tudo o que for preciso!rs Na faculdade aprendemos a ser um pouco jornalista, ser um pouco publicitário, profissional de Rádio e TV, designer, mas sinto que estes profissionais não aprendem esse pouco de como ser um RP (vejo isso positivamente). Parece que é muito claro: jornalista escreve, publicitário/designer cria, Rádio e TV produz, mas e RP? Oras, escreve, cria, produz, convida, divulga, recepciona, põe a mão na massa, organiza todo mundo... Tudo dentro de um planejamento que envolve um pouco de todas as áreas! Estava quase me esquecendo, a gente também acaba palpitando no RH, um pouco também na parte administrativa, tudo pra melhorar a imagem das organizações, o relacionamento das pessoas com ela! Seja o colaborador, o cliente, a imprensa, fornecedores, governo e por aí vai.

Mas no geral, para mim, ser RP é ser eu mesma, ouvir os outros com atenção, entender todos os lados das situações, perceber o perfil de cada um para depois criar soluções, ferramentas e ações que satisfaçam a todos, o chamado articulador. Fazer com que todos se sintam importantes, especiais, que percebam o detalhe na voz, no tom do e-mail, o brilho nos olhos, sorriso no rosto dizendo "seja bem-vindo, fique à vontade e, se precisar, conte comigo!"... Acho que é isso!

Cuidar das Relações dos Públicos, das pessoas, entre as pessoas e com elas! Conectá-las com quem e o que for de seu interesse por meio das conhecidas ferramentas (informativos, mural, intranet, e-mail, eventos etc).

É deixar tudo mais claro entre as partes, esclarecer as dúvidas, ouvir sugestões, é pensar no outro, como o outro, educá-lo se for preciso. Ora eu sou o cliente, ora o cliente do cliente, ora o colaborador do cliente, ora o parceiro. Parece até que somos atores!

Acredito que o Relações Públicas por si só tem que ser um líder e gestor, pois ele só existe para intermediar as áreas, os públicos (stakeholders), e com sua habilidade de comunicação consegue negociar os interesses.

E no final de tudo, propor ações que, ao mesmo tempo, valorizem estes públicos e a imagem da organização.

Resumindo: tornar tudo mais bonito, organizado, fazer com que a comunicação aconteça e, assim, influenciar comportamentos, a retenção de talentos, a satisfação de clientes e o alcance dos objetivos da empresa - deixar todas as pessoas felizes! ;)


Gostei dessa frase aqui:
"Oferecendo nossa técnica para edificar, nossa voz em favor dos que não conseguem se expressar, nossa influência para socorrer, nosso equilíbrio para assessorar as decisões que transformam outras vidas."

Que profissão linda, não? E ainda assim, aposto que muitos nem imaginam o que é a profissão de Relações Públicas!

Um dos momentos mais RP!


quinta-feira, 17 de setembro de 2009

ENTENDA: A importância da comunicação para a implementação de projetos e mudanças culturais

As empresas sempre foram e serão formadas por pessoas. Sendo assim, pessoas possuem diferentes culturas e experiências. Ao reunir em uma mesma organização toda essa rica diferença é preciso muita maestria para liderar a todos rumo a um mesmo objetivo e, atualmente, essas diferenças são cada vez maiores.

Com o advento das novas tecnologias de comunicação, principalmente, a internet, o choque entre as gerações dentro de uma empresa é muito grande. Existem aqueles que nasceram e a grande novidade era a televisão a cores e era o tempo da máquina de escrever. E existem aqueles que aos 10 anos já tinham acesso à computadores com internet, e-mails, possuíam celulares e assistiam aos inúmeros canais da tv a cabo.

Mas, afinal, o que isso significa? Significa que decisões estratégicas, seja o lançamento de um novo produto para o consumidor ou um novo sistema para o público interno, devem levar em consideração esses aspectos culturais para que se atinja efetivamente o maior número possível de pessoas, independente das diferenças culturais.

O que pode ser novidade para um, pode ser obsoleto para outro. É o que se vê hoje com a onda da Web 2.0: uso de blogs, twitter, redes de relacionamento. Muitas pessoas podem estar totalmente integradas a essas ferramentas, porém outras já ouviram falar, mas não se interessam e gostam de ler seu jornal, revista e livro no papel.

Lidar com todas essas diferenças é imprescindível para o sucesso de qualquer projeto. Quando o Dr. José Cláudio Terra, afirma em seu artigo “A intranet voltada para as necessidades dos funcionários” que a intranet pode não atender às necessidades de todos os funcionários, acredito ser pensando justamente nas diferenças de comportamentos e gostos de cada um. Por isso, se uma organização deseja se comunicar de forma eficaz com seus funcionários, ela deve mapear o comportamento e a rotina de cada um para entender qual a melhor forma.

Em minha experiência profissional, como Relações Públicas de uma empresa do ramo da saúde, descobri que neste segmento não existe a dinâmica de todos terem uma estação de trabalho, cada um com seu e-mail e telefone. Existe o compartilhamento da máquina por três ou mais pessoas da mesma área. Além disso, outros passam o dia analisando amostras e dificilmente acessam o computador, apenas para lançar dados no sistema. Desta forma, o e-mail, a intranet e o próprio site da empresa acabam por não ser a melhor solução para a comunicação com esses funcionários.

Assim, é preciso utilizar-se de ferramentas já conhecidas, como o house organ ou o próprio jornal mural para reforçar as mensagens que seus colaboradores precisam receber e compreender. Por isso, nesta empresa da saúde, as mensagens são enviadas por e-mail, afixadas no mural – localizado nos ambientes de maior circulação-, inseridas na intranet e ainda reforçadas pelos chamados multiplicadores, responsáveis por repassar as informações do corpo diretivo.

É possível perceber que mais do que o uso de ferramentas, nada substitui o relacionamento das pessoas e a presença de líderes para assegurar que a mensagem seja retransmitida aos demais, além da vantagem de se obter o feedback no mesmo instante, tanto pela expressão nos rostos das pessoas, quanto pelas perguntas feitas a respeito e, principalmente, percebendo o quanto a mensagem impactou nas atitudes dos colaboradores ou não.

Apesar de, muitas vezes, a cultura das empresas não terem o perfil de serem altamente conectadas às novas ferramentas e, por isso, os funcionários não usarem ou parecerem não gostar de tais ferramentas, essas atitudes provavelmente se devem à falta de conhecimento das mesmas, de sua utilidade e do benefício que ela trará para o seu trabalho.

Para solucionar esse gap é necessário o uso de treinamentos, guias e incentivos, além de um canal aberto com os funcionários, entendendo quais as dificuldades, ouvindo as sugestões e críticas quanto às ferramentas. De acordo com o artigo do Dr. Terra, devem ser usados métodos como governança formal e inclusiva, pesquisas de opinião, mecanismos de feedback, testes de usabilidade, projetos pilotos, enfim, ferramentas que auxiliem no aperfeiçoamento para melhor adequação às necessidades do usuário. Esses métodos devem acontecer periodicamente, avaliando o quanto a ferramenta já trouxe de benefícios, se as informações são confiáveis, atualizadas e interessantes. Além disso, as mudanças devem ter o apoio da liderança, pois se ela as entende e reforça a sua importância para os demais, ela serve de exemplo e a aderência à nova ferramenta se torna conseqüência. Um exemplo de como a falta de engajamento da liderança influencia na atitude dos colaboradores aconteceu em minha experiência na mesma empresa do ramo da saúde.

A diretoria da empresa é composta por profissionais com mais de 30 anos de casa. Eles tiveram que adquirir o hábito do uso de e-mail, porém nem todos o utilizam, preferindo a comunicação face a face. Desta forma, se uma orientação foi passada por comunicado via e-mail, porém no dia a dia o membro da diretoria passa outra orientação diferente da definida por e-mail, os colaboradores acabam por seguir o que o membro passou. Conclusão: não há alinhamento da diretoria e nem o exemplo do uso de e-mails. Nasce então aquele sentimento “se o diretor não usa, por que eu devo usar?” ou “se no final, devemos fazer o que o diretor pediu, por que considerar o e-mail?”. E aí está o grande perigo para o envolvimento das pessoas. A diretoria deveria ser a primeira a se envolver com todos os processos de mudanças, porém não é isso que sempre acontece, o que acaba por tornar ainda mais lento todo o processo, já que os colaboradores não têm um modelo a seguir, ficando ainda confusos quanto ao que de fato deve ser feito.

Outra ferramenta de apoio para os processos de mudanças culturais é a utilização de ritos de passagem, marcando momentos-chaves, demonstrando a importância que o momento tem para a organização. Podemos citar como exemplos os ritos de celebração e reforço, como eventos de kick-off, conclusão das fases do projeto, premiação daqueles que mais contribuíram, eventos de integração para melhorar o entrosamento das equipes e, é claro, o evento de conclusão do projeto.



Mais do que adequar a intranet ou qualquer outro projeto para as necessidades dos funcionários, é muito importante a gestão da mudança. Mesmo que a cultura não seja aberta a uma nova ferramenta, as chances de fracassar serão menores se a gestão de mudança for realizada de forma bem planejada e respeitando a cultura interna. Além disso, consistência no discurso e constância na comunicação também garantem a confiança para o público interno, o que é fundamental. A realidade é que mudanças são necessárias para garantir a competitividade das empresas no cenário macroeconômico, e no momento em que os colaboradores entendem isso, por meio de uma eficaz comunicação, o processo de mudança acontece de forma natural.




sexta-feira, 14 de agosto de 2009

REFLITA: O quanto a internet - Era do conhecimento - tem transformado nossas vidas

Não é impressionante o quanto o número de pessoas do mundo e a velocidade com que as tecnologias surgem tem modificado as novas gerações, nosso modo de viver e nossa cultura? Por isso, estarmos antenados com o que está acontecendo é o mínimo que podemos fazer para não ficar pra trás. Quando penso que me formei em 2006 e sei que muita coisa já mudou, fico imaginando daqui alguns anos. Que medo! Ao mesmo tempo, adoro saber que isso move o mundo a não ficar estaganado, sempre buscando alternativas, melhorias e cada dia mais vejo o quanto existem pessoas e organizações utilizando todas essas tecnologias para encontrar soluções para um mundo melhor. Exemplo: The Hub

terça-feira, 11 de agosto de 2009

NOTE: A balada está muito melhor!

Estou tão feliz que a Lei Antifumo deu certo! E sábado passado tive a prova real.
Fui para o Miscelanea Cultural - amei! - e o pessoal só fumava lá fora. O melhor é ouvir dos próprios fumantes que realmente é melhor!rs Entrar em um local, olhar ser arder os olhos, sair cheirosa do jeito que entrou, não se queimar e nem sair com a garganta ardendo. Essas são as vantagens práticas e visíveis, fora os benefícios para a saúde. Espero que esta lei chegue para ficar. Gostei muito da campanha que fizeram, do logo e divulgação. Acredito que ficou claro que não é só a questão da lei, mas sim a da saúde de todos. Ao fazer aquele teste "monoxímetro" deu pra perceber que os efeitos de um ambiente poluído são graves. E para quem quiser se informar mais dê uma olhada no site http://www.leiantifumo.sp.gov.br/. O bom de tudo isso é que ainda assim as pessoas curtem muito a balada, o bar e acho que pode ser uma forma dos fumantes perceberem que sim, podem ficar mais tempo sem fumar!

quinta-feira, 11 de junho de 2009

NOTE: O Poder das Mídias Sociais com Marcelo Tas

Na primeira aula do curso de Comunicação e Sustentabilidade para o Terceiro Setor, que iniciei no último sábado na Cásper com o professor Luis Fernando Guggenberger (recomendo!), foi falado sobre o poder das mídias sociais, um grande exemplo de como o Twitter uniu interesses.
O professor que atua no Instituto Vivo e apoia o projeto Telinha de Cinema em Palmas-Tocantins, que ensina crianças da rede pública a criar filmes com o uso de celulares, havia entrado no Twitter para saber o que estava acontecendo no Rodoanel, pois estava tudo parado. Seguidor de Marcelo Tas, na mesma hora que ele twitou, ele viu que o Marcelo estava a caminho de Palmas para palestrar em algum lugar. No mesmo momento, ele convidou o Tas para conhecer o Projeto e ... ele aceitou! Ficou mais um dia em Palmas para a felicidade das crianças que com certeza conhecem o professor Tiburcio e se emocionaram.

O resultado deste encontro está em vídeo, claro, no You Tube! Confiram
Falando nisso, esta semana este assunto finalmente foi falado no trabalho e provavelmente virão novidades a respeito. Até que enfim!
E, coincidentemente, recebi o convite do Instituto Endeavor - admiro demais o trabalho deles - para o Bota Pra Fazer Debates e, adivinhem só com quem...Ele mesmo! Marcelo Tas!
Infelizmente não poderei ir devido ao horário, mas ainda bem que o Endeavor sempre disponibiliza todos os eventos em vídeos depois! Mas quem puder, abaixo seguem as informações:

Bota Pra Fazer Debates
Data: 17/06/2009
Horário: 9h - 10h (Welcome coffee 8h30)
Local: Insper
Será que a internet vai mesmo dominar o mundo? Como toda essa mudança pode impactar o seu negócio?
Venha descobrir a importância de ter um blog e de utilizar as mídias sociais a favor do seu negócio. E o que essas ferramentas podem ajudar nesse mundo de mudanças constantes.
No Bota Pra Fazer Debates desse mês teremos as presenças de Marcelos Tas, jornalista e comunicador, e Ricardo Cavallini, professor de marketing e comunicador, e vão falar do poder das mídias sociais e de como o empreendedor pode se valer disso para alavancar o seu empreendimento e ajudar a entender mais sobre esse tema.

Marcelo Tas. É jornalista e comunicador de TV.Entre suas obras destacam-se o repórter ficcional Ernesto Varela e as séries infantis “Rá-Tim-Bum” (TV Cultura). Tas também participou da criação do “Programa Legal” e “Telecurso” (TV Globo) e do “Beco das Palavras”, um game interativo no Museu da Lingua Portuguesa, em São Paulo. Atualmente, Tas é o âncora do programa CQC, na TV Bandeirantes e autor do “Blog do Tas”, no UOL, um dos blogs mais premiados do país. Tas já foi agraciado com vários prêmios no Brasil e no exterior, entre eles a bolsa da Fullbright Comission, quando foi artista residente na NYU- New York University, nos Estados Unidos.

Ricardo Cavallini. Com mais de 20 anos de experiência em comunicação interativa, sua atuação abrange várias áreas e disciplinas. Foi Diretor de Mídia da F/Nazca Saatchi & Saatchi, Diretor de Operações da Euro RSCG 4D e Sócio-diretor de Engenharia da agência digital Organic inc. Autor dos livros "O Marketing Depois de Amanhã", que fala sobre novas tecnologias e seu impacto sobre o comportamento do consumidor e "Onipresente", que coloca em um contexto histórico a transição do mercado de comunicação, ajudando a entender o cenário futuro é consultor corporativo, professor do curso de extensão de marketing direto da ABEMD e acumula passagens por agências, veículos e produtoras como JWT, DM9DDB, globo.com e Vetor Zero.

domingo, 10 de maio de 2009

ENTENDA: Dia das mães!

Ontem vi o jornal do Metro especial do Dia das Mães e fiquei refletindo sobre todos aqueles ítens indicados para presentear as queridas mamães. Eram só roupas, tranqueiras, coisas pra casa, artigos eletrônicos... Fiquei pensando, é tudo bem legal mesmo, mas, sinceramente, acredito que não adianta em nada os filhos comprarem algo se não souber retribuir com carinho de verdade. Abraço, cafuné, gentilezas, surpresas, enfim, para mim, vale muito mais do que qualquer relógio de R$2.700,00. Minhas sugestões são levar a um passeio, ao teatro, cinema,restaurante, um day spa, preparar o café da manhã, flores, algo com fotos e mensagens fofas e muuuuito carinho!rs


Aproveito para fazer uma dedicação para minha mãe! Ela é muito especial, aquela mãe, irmã e amiga. Um exemplo para mim por toda a coragem que teve ao longo da vida, já mudou de país 2 vezes e enfrenta tudo com atitudes positivas, sem perder muito tempo chorando de saudades do que ficou pra trás. Sempre trabalhou, foi de certa forma bem independente. E é aquela mãezona que deixa dormir até tarde, faz comidinhas muito gostosas para todos os filhos, sabe o que a gente gosta, mesmo estando a milhas de distância. De longe, ela sempre sabe como estamos, o que passamos e, graças às tecnologias, nos falamos sempre que a agenda bate, ou pelo msn, e-mail. Sim, ela é interada nos novos meios de comunicação! E, desta forma, a distância parece mesmo menor.

Mãe, te amo muito! Obrigada pelo seu amor, carinho, dedicação, esforço e presença! Grande beijo, forte abraço! Saudades!